29 July 2012

O PODER DE CURA DA FANTÁSTICA VITAMINA D - THE AMAZING HEALING POWER OF VITAMIN D



VITAMINA-D

Novas descobertas confirmaram que a deficiência de vitamina D no ser humano contribui de forma direta e causal no acréscimo de doenças como o câncer colorretal, a pressão alta, insuficiência renal e doenças cardíacas. Os cientistas descobriram que a vitamina D age como um anti-inflamatório neuronal, isto é, ajuda a tonificar cérebros velhos e retarda a perda de memória ligada ao envelhecimento.

A deficiência de vitamina D também está relacionada ao mal de Parkinson, Alzheimer e à depressão crônica. Mulheres com níveis baixos de vitamina D têm um risco cinco vezes maior de apresentar câncer de mama. Homens com deficiência de vitamina D têm um risco dobrado de câncer na próstata. A vitamina D protege contra diversos tipos de câncer!

Uma pesquisa realizada na Inglaterra descobriu que pacientes com um quadro de dor crônica mantinham níveis críticos de vitamina D no organismo. Pesquisadores suíços relataram que o tratamento com a vitamina fez com que a dor crônica desaparecesse na maioria dos pacientes. A vitamina D também protege os pulmões e o sistema respiratório, ajuda a prevenir gripes devido à sua ação poderosa no sistema imunológico, permitindo que o corpo se defenda das agressões por vírus, fungos e bactérias.

Cientistas da Universidade de Copenhagen descobriram que a vitamina D é crucial para ativar as defesas do nosso sistema imunológico, e que sem a ingestão suficiente desta vitamina as células perdem a capacidade de reagir e lutar contra as infecções do nosso corpo. A descoberta feita pelo departamento de imunologia e microbiologia da Universidade pode ser importante para a pesquisa de novos medicamentos para o combate às doenças infecciosas, epidemias ou pandemias.

Os estudos laboratoriais demonstraram que a vitamina D tem propriedades anticancerígenas, inibindo o crescimento e a disseminação de tumores. Além disso, as evidências sugerem que a deficiência da vitamina D desempenha um papel importante nas crises de asma, na evolução do diabetes II e das doenças auto-imunes, como a esclerose múltipla, a artrite reumatoide e a pré-eclâmpsia. Sua deficiência é responsável por distúrbios neuropsicológicos, como o autismo, depressão e a perda de memória.

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