16 agosto 2012

TESTEMUNHOS HISTÓRICOS SOBRE JESUS - HISTORICAL TESTIMONY ON JESUS



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Flávio Josefo, historiador, declarou:

Havia sobre este tempo, Jesus, um homem sábio, se for correto chamá-lo um homem, porque ele era feitor de trabalhos maravilhosos, professor dos que recebem a verdade com prazer. Ele atraiu para si muitos hebreus e muitos romanos. Ele era o Cristo.

Quando Pilatos, aconselhado pelos principais homens entre nós, o tinha condenado à cruz, esses que O amaram primeiramente não O abandonaram, pois Ele lhes apareceu vivo novamente ao terceiro dia, como os profetas divinos tinham predito estas e várias outras coisas maravilhosas relativas a Ele.

A tribo de Cristãos, assim denominada por Ele, não foi extinta neste dia. Afirmam que Jesus apareceu a eles três dias após a sua crucificação, e que está vivo. Talvez Ele fosse o Messias previsto pelos maravilhosos prognósticos dos profetas".

Gamaliel, testemunha, declarou ao tribunal:

Eu lhe pedi que descrevesse esta pessoa para mim, de forma que pudesse reconhecê-Lo caso O encontrasse. Ele disse: "Se você encontrar Yeshua, você O reconhecerá. Mesmo que Ele seja nada mais que um homem, há algo que O distingue de qualquer outro homem. Ele se parece com a Mãe, só não tem a face lisa e redonda. O seu cabelo é um pouco mais dourado que o seu, entretanto é mais queimado de sol do que qualquer outra coisa. Ele é alto, e os ombros são um pouco inclinados, o semblante é magro e de uma aparência serena. Os olhos são cinza-azulados, e bastante suaves e concentrados. Este Nazareno está convencido ser o Messias do mundo. Esta é a mesma pessoa que nasceu da Virgem em Belém, há uns vinte e seis anos atrás".

Plínio, o cônsul, relata ao imperador Trajano

Os Cristãos têm como hábito reunir-se em uma dia fixo, antes do nascer do sol, e dirigir palavras a Cristo como se este fosse um Deus. Eles mesmos fazem um juramento, de não cometer qualquer crime, nem roubo, saque, adultério, nem quebrar sua palavra. Após fazerem isto, despedem-se e se encontram novamente para a refeição.


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Pôncio Pilatos, governador, relatou a Tibério César

Um jovem homem apareceu na Galileia, e prega com emoção uma nova lei no nome do Deus que O teria enviado. No princípio estava temendo que seu desígnio fosse incitar as pessoas contra os romanos, mas meus temores foram logo dispersados. Jesus de Nazaré falava mais como um amigo dos romanos do que dos hebreus.

Um dia observava no meio de um grupo um homem jovem, que estava encostado numa árvore, para onde calmamente se dirigia a multidão. Me falaram que era Jesus. Este eu pude facilmente ter identificado, tão grande era a diferença entre Ele e os que estavam Lhe escutando. Os seus cabelos e barba de cor dourada, davam à sua aparência um aspecto celestial.

Ele aparentava aproximadamente 30 anos de idade. Nunca havia visto um semblante mais doce ou mais sereno. Que contraste entre Ele e seus portadores, com as barbas pretas e cútis morenas! Pouco disposto a lhe interromper com a minha presença continuei meu passeio, mas fiz sinal ao meu secretário para se juntar ao grupo e escutar. 

Depois meu secretário informou, nunca ter visto nos trabalhos de todos os filósofos qualquer coisa comparada aos ensinamentos de Jesus. Ele me contou que Jesus não era nem sedicioso nem rebelde, assim nós lhe estendemos a nossa proteção. Ele era livre para agir, falar, ajuntar e enviar as pessoas. Esta liberdade ilimitada irritou os escribas, fariseus e o poderoso sinédrio.

Depois escrevi a Jesus Lhe pedindo uma entrevista no Praetorium. Ele veio. Quando o Nazareno apareceu eu estava em meu passeio matutino, e ao deparar com ele, meus pés pareciam estar presos por uma mão de ferro no pavimento de mármore, e tremi em cada membro como um réu culpado, entretanto Ele estava tranqüilo.

Durante algum tempo permaneci admirando este homem extraordinário. Não havia nada Nele que fosse rejeitável, nem no seu caráter, contudo eu sentia temor na Sua presença. Eu Lhe falei que havia uma simplicidade magnética sobre si, e que a Sua personalidade o elevava bem acima dos filósofos e professores dos seus dias.

Agora ó nobre soberano, estes são os fatos relativos a Jesus de Nazaré, e eu levei tempo para lhe escrever em detalhes estes assuntos. Eu digo que tal homem que podia converter água em vinho, transformar morte em vida, doença em saúde e tranquilizar os mares tempestuosos, não é culpado de qualquer ofensa criminal. Como outros têm dito, nós temos que concordar, este é verdadeiramente o Filho de Deus.


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Públio Lêntulo, governador, relatou ao Senado

Apareceu nestes nossos dias um homem em Jerusalém chamado Yeshua de grande virtude e vive entre nós. Pelos gentios é aceito como um profeta de verdade, mas os seus próprios discípulos chamam-lhe o Filho de Deus. Ele ressuscita o morto e cura toda a sorte de doenças. Um homem de estatura alta e com semblante muito reverente, os que O vêem podem amá-Lo e temê-Lo.

Seu cabelo é castanho e cheio, liso até as orelhas e ondulado até os ombros, onde é mais claro. No meio da cabeça os cabelos são divididos, conforme o costume dos Nazarenos. A testa é lisa e delicada, a face sem manchas ou rugas e corada, o nariz e a boca não podem ser repreendidos. A barba é espessa e da cor dos cabelos, não muito longa e bifurcada, sua aparência é inocente e madura, seus olhos são acinzentados, claros e espertos.

Reprovando a hipocrisia Ele é terrível, admoestando é cortês e justo, conversando é agradável, com seriedade. Não se pode lembrar de alguém tê-Lo visto rir, mas muitos O viram lamentar. A proporção do corpo é mais que excelente, suas mãos e braços são delicados ao ver. Falando, é muito temperado, modesto, e sábio. Um homem que pela sua beleza singular, ultrapassa os filhos dos homens.

Talo, historiador, relatou a Crucificação de Jesus:

Durante as comoções civis do Império nada poderia ser comparado ao que testemunhei na ocasião, o ódio furioso da multidão ensandecida. Parecia verdadeiramente, que todos os espectros das regiões infernais estavam reunidos em Jerusalém naquele momento. A multidão não caminhava, mas aglomerava-se e girava como um vórtice, rolando em ondas vivas a partir dos portais do Pretório até ao Monte Sião, uivando, vociferando, lamuriando, como algo que nunca se viu ou ouviu nas sedições de Pannonia ou nos tumultos do Fórum.

JESUS CRISTO NÃO ERA JUDEU






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