07 July 2013

O PRINCIPAL ENSINAMENTO DE JESUS - THE MAIN TEACHING OF JESUS

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Jesus iniciou Seus ensinamentos demonstrando através das suas atitudes que Deus exige a perfeição do homem. Jesus primeiro ensinou aos Seus discípulos e alunos que o único mérito aceitável por Deus é levar uma vida correta na Terra. Ele também afirmou que deveria morrer e no terceiro dia ressuscitaria. A palavra "deveria" significou para Jesus "atender a um pedido de Deus".

O Filho do Homem deveria ser condenado à morte e a lei deveria ser cumprida, porque estava escrito: "Maldito todo aquele que não permanece em todas as coisas escritas no Livro da Lei". Assim, formaram-se todos os ingredientes essenciais da religião Cristã, ou seja, a disciplina de Jesus, a Sua excelência no amor e obediência a Deus, e Sua impecabilidade divina.

Mas Nosso Senhor Jesus Cristo foi além desses ensinamentos e estabeleceu que uma vida perfeita e sem mácula é uma homenagem a Deus. Em face destes requisitos, os discípulos perceberam a própria condição pecaminosa e perguntaram como poderiam ser salvos.

Então Jesus mostrou, por suas obras, qual era o correto julgamento para interpretarem as Escrituras, e disse: "Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho, a palavra de Deus. Quem crer e for batizado será salvo, mas quem não crer será condenado".

Jesus Cristo finalmente começou a desvendar o mistério da Sua missão na Terra, que era mais do que ser um grande professor. Ele era um Salvador de almas. Assim, podemos entender que Jesus estava instruindo como nos comportarmos e como progredir em nosso desenvolvimento espiritual.

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Muitas vezes uma pessoa frequenta uma congregação supondo que o professor dessa instituição, seu pastor, ministro, reverendo, sacerdote, etc, está preparado para ajudá-lo a progredir espiritualmente. Mas professores eclesiásticos e outros intérpretes especulativos da Bíblia gostam de esticar e torcer as várias afirmações de Jesus fora do seu contexto original.

Eles vão usar as declarações de Jesus em situações onde originalmente não estavam previstas para serem aplicadas. Isso é chamado de interpretação especulativa, porque são diferentes das Escrituras e dos ensinamentos de Jesus.

Atualmente muitos religiosos assumem uma postura paradoxal e óbvia, que é ensinar que Jesus é o único professor. Por que precisamos de alguém para ensinar uma certeza quando o que precisamos é somente aceitar Jesus como o nosso professor?

Nas instituições eclesiásticas e outras, seus aprendizes supõem que ao passar nos testes e pagar as mensalidades do seminário ou curso, tornando-se ordenados ou diplomados por educadores profissionais, estejam qualificados para serem nossos professores e intermediários da palavra de Deus.

A aprovação destes "experts" é aparentemente concluída por uma comissão da igreja local, um grupo político eleito, que seleciona o pastor para ser o professor da sua congregação. O processo da Igreja Católica é um pouco diferente, com os padres sendo nomeados pelos bispos regionais que governam esse território em nome da diocese Católica.

Mas estes processos são essencialmente os mesmos, porque a qualificação é baseada em um procedimento impessoal e profissional, como o pagamento de taxas para a formação dos profissionais e recebimento de méritos com base na prova escrita. Esses procedimentos não têm nada a ver com amor e devoção. Eles não têm nada a ver com a capacidade ou necessidade de uma pessoa para intermediar Deus na Terra.

O problema é que a maioria das escolas e seminários é de instituições profissionais gerenciadas por aqueles que não estão traduzindo de maneira correta os verdadeiros ensinamentos de Jesus sobre como servir a Deus. Elas são constituídas por pessoas que estão sendo pagas para formar os futuros "peritos em teologia".

Isso significa que os formandos são professores profissionais e não professores espirituais. Uma pessoa que é o intermediário de uma relação de negócios com Deus, a realização de um serviço em troca de salário ou alguma outra recompensa, só pode ensinar-nos a fazer o mesmo. Eles não sabem nos orientar para que nos tornemos servos amorosos do Ser Supremo.

Eles também não podem nos ensinar as respostas para as questões centrais sobre a vida: "Quem sou eu, porque estou aqui, porque há tanto sofrimento e Quem é Deus". É por esta razão que tantos alunos desses professores profissionais centram sua atenção não em recuperar a posição natural como um dos servos amorosos de Deus, mas se concentram em orar a Deus por suas necessidades.

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Vemos muitos cristãos rezando para ganhar jogos de futebol, orando para receber um aumento, para sua perna ficar melhor e assim por diante. Vemos estrelas do futebol, competidores olímpicos ou esportistas rezando e persignando-se antes dos jogos ou da sua corrida. Eles estão orando pela fama, riqueza e saúde, eles estão pedindo para vencer!

Que tipo de relacionamento com Deus é este? Este é um relacionamento onde esperamos que Deus nos sirva. Esperamos que Ele nos ajude a vencer a corrida, curar a nossa perna, fazer-nos ricos e assim por diante. O que isso tem a ver com o culto ao amor e à devoção? Nada, porque é uma relação de negócios.

Essa relação de negócios é que faz com que muitas pessoas percam a sua fé em Deus. Porque orar se não conseguimos o que queremos? Isso ocorre porque o relacionamento com Deus, sem qualquer expectativa de recompensa, exige amor. Ele exige que uma pessoa ame a Deus.

Como é que as pessoas aprendem a amar a Deus? Primeiro elas precisam ser apresentadas a Deus, porque não podemos amar alguém que não conhecemos. Esta introdução deve vir de uma pessoa que já conhece o Ser Supremo. Só uma pessoa que conhece a Deus pode nos apresentar a Ele. E este não é apenas um requisito de Deus, é a lei universal dos relacionamentos.

O fato foi ilustrado quando Jesus aproximou-se para ser batizado por João Batista. João sabia que Jesus já era um homem totalmente devotado a Deus. Mas ele, João, mesmo assim aceitou Jesus como seu protegido ao batizá-Lo.

Segundo as Escrituras: "Veio Jesus da Galileia para o Jordão, para ser batizado por João Batista. Mas João tentava dissuadi-lo, dizendo, "Eu preciso ser batizado por Ti, e Tu vens a mim?", e Jesus respondeu, "Que assim seja agora, pois é bom para nós fazê-lo e cumprir toda a justiça".

Este acontecimento histórico não se tratava de como obter algo material de Deus. Não se tratava de querer que Deus conserte a nossa perna, fazendo-nos ricos ou nos ajudando a ganhar um jogo. O amor a Deus não se refere ao servilismo de Deus, mas trata-se do fato de que nós é que devemos servir a Deus.

Disse Jesus: "Para cumprir toda a justiça". Neste contexto, Ele afirmou que deve-se interagir de maneira correta com Deus. Isto é confirmado pela palavra grega do texto original da citação, traduzida como "justiça". Esta palavra também significa integridade, virtude, pureza de vida, retidão, correção em sentir, pensar e agir.

A frase colocada por Jesus apresentava o contexto de, "a condição aceitável por Deus". Ser aceitável a Deus significa agradar a Deus. Jesus queria agradar a Deus ao tornar-se um dos aprendizes de João através do significado do Batismo.

Deus gosta de fazer as coisas por aqueles a quem ama, e está fazendo coisas por nós o tempo todo, independentemente do nosso apreço por elas. Mas numa verdadeira relação de amor a Deus existe o "servir". Uma pessoa que realmente ama outra vai querer fazer o que agrada a essa pessoa.

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Jesus estava ensinando a seus alunos e discípulos que: "Quem amar a Deus deve servir a Deus". Um ato não existe sem o outro! Isto é confirmado pela instrução mais importante de Jesus, como também foi evidenciado por Moisés ensinando a mesma instrução para seus próprios alunos: "Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, com toda a tua alma, com toda a tua força e com toda a tua mente".

Outra conclusão de Jesus define o significado do amor: "Se vocês amam somente aqueles que vos amam, que mérito há nisso? Até os pecadores amam aqueles que os amam. E se você fizer o bem àqueles que são bons para você, que mérito há nisso? Também os pecadores fazem isso. E se emprestardes àqueles de quem esperais receber, que mérito há nisso? Também os pecadores emprestam esperando para ser reembolsados na totalidade".

"Mas amai os vossos inimigos, fazei o bem a eles, e emprestem a eles sem esperar receber nada de volta. Então, a vossa recompensa será grande, e sereis filhos do Altíssimo, porque Ele é benigno até para com os ingratos e maus. Sede misericordiosos, como também vosso Pai é misericordioso", conclui Jesus.

Observamos que o amor é contrário aos negócios, e este é o ponto principal da primeira parte da afirmação de Jesus. Em uma relação de negócios, as pessoas fazem coisas boas para os outros, porque elas esperam obter algum tipo de retorno para os seus bons atos. No entanto, no mundo físico, as relações comerciais estão sendo confundidas com o amor.

Enquanto a maioria das pessoas acredita que está amando os outros ou está "in love" com alguém, essas relações são tipicamente condicionadas ao fato de que a outra pessoa está nos tratando bem ou amando-nos de volta. Se elas não nos tratam da maneira que esperamos, ou não parecem retribuir o amor, dissolvemos o relacionamento. Isso não é amor, é uma relação comercial! Qualquer amor que é condicional ao fato de a outra pessoa nos tratar bem ou fazer coisas por nós não é amor.

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A herança de Jesus não foi a Sua morte na Cruz, mas Seus ensinamentos. Ele sacrificou muito em suas viagens para ensinar aos outros sobre a Verdade de Deus. Seus ensinamentos foram direcionados para salvar almas e ensinar-nos a amar e servir a Deus. É por isso que o Seu ensinamento principal foi..."Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração e com toda a tua alma e com toda tua mente". Este é o primeiro e o maior mandamento.

Esta relação com Deus, independentemente se ocorre quando estamos no corpo físico ou após a nossa morte, é espiritual. Podemos expressar esta relação em nossas vidas físicas, mas a própria relação é espiritual como Jesus afirmou quando ensinou sobre a recompensa no Céu.

Mas não é como se nós tivéssemos que esperar até que nossos corpos morram e irmos para o Céu ou até que Jesus retorne, como muitos professores cristãos eclesiásticos proclamam. Nós já podemos participar de uma recompensa espiritual agora, aqui na Terra.

Podemos fazer isso seguindo as instruções de Jesus Cristo, ao focar nossas vidas em Deus de maneiras práticas. Seja através da oração sincera e humilde, louvando a Deus com o canto e a música, dedicando-nos ao estudo ou aprendizado das Escrituras e da leitura do catecismo de São Pio X, ou simplesmente em silêncio celebrando intimamente a glória da Criação. Cada um encontrará sua própria maneira de celebrar e encaminhar o seu amor por Deus.

Isto poderá ser praticado na privacidade do nosso lar, longe dos grupos, associações e igrejas, ou em grupos íntimos, supondo que nas suas ações Deus deva ser o centro das atenções. Independentemente disso, podemos rejeitar sermos aceitos ou participar de qualquer grupo e apenas concentrar a nossa atenção solitária sobre os ensinamentos de Jesus Cristo. Desta forma, íntima e pessoal, começaremos a nossa relação real com Deus e com a Sua recompensa celestial.

Os ensinamentos de Jesus sempre orientaram os mais simples e lógicos comportamentos do ser humano, como o nosso amor por Deus e a nossa necessidade do Seu amor por nós, a nossa procura pelo Reino de Deus e a inevitabilidade de amar o próximo. Assim, podemos constatar que a força universal e motivadora é o amor. Este é o sentimento que arrebata os nossos sentidos com as sensações de paz, equilíbrio e generosidade.

Jesus sempre teve imensa compaixão pelo sofrimento alheio e amou intensamente qualquer ser humano, sempre esteve presente e atento para qualquer necessidade do homem, e sempre celebrou, feliz e energicamente, a vida e a Criação ao seu redor. Devemos seguir os Seus passos o melhor que pudermos, mas se falharmos algumas vezes Deus compreenderá que somos simples humanos e nos perdoará. Assim seja.

JESUS CRISTO NÃO ERA JUDEU


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