06 January 2016

ANATOMIA DO GRUPO TERRORISTA ISIS - ANATOMY OF TERRORIST GROUP ISIS


ANATOMY-TERRORIST-ISIS

A ideologia do grupo sunita ISIS (Islamic State of Iraq and Syria) é baseada no wahhabismo, uma antiga e primitiva subclasse do islã com raízes na Arábia Saudita. A formação do ISIS resultou da união dos dissidentes da Al-Qaeda e membros da irmandade muçulmana, um grupo terrorista criado e financiado pela CIA (USA) e MOSSAD (Israel) durante a guerra civil na Síria e no Iraque. Atualmente o ISIS é financiado pela Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Qatar, Turquia e EUA.

O ISIS obriga que todos os muçulmanos prestem lealdade ao líder Abu Bakr al-Baghdadi (Awwad Ibrahim al-Badri), agora retirado após ser ferido num ataque aéreo, num esforço de reviver o velho sistema de califado (estado islâmico) que não existe há mais de um século. Considerar que existiu um califado para todos os muçulmanos na história do islamismo é uma compreensão romantizada denominada como "o mito do califado".

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O atual líder do ISIS é Abu Suleiman al-Naser (Abu Omar al-Shishani), um checheno jihadista nascido e treinado na Geórgia pelos americanos. Três categorias de subordinados são suportadas na hierarquia do grupo: ansar (jihadistas do Iraque ou Síria), muhajirin (estrangeiros, árabes e outros) e munasir (recrutados nos vilarejos dominados). Os takfiri são os sub-líderes que decidem quem é ou não um bom muçulmano; têm o poder de assassinar e mutilar muçulmanos, sejam sunitas ou xiitas, conforme seus julgamentos.

Abu Bakr al-Baghdadi brada que, para estabelecer um califado no Oriente Médio, todos os Cristãos devem ser exterminados pela jihad (guerra santa), segundo os textos corânicos do islamismo. Assim, milhares de Cristãos foram assassinados, torturados e degolados. A decapitação (degola) dos infiéis é um dever segundo o alcorão, o livro das leis islâmicas. Maomé foi um mestre na arte da degola, pois em um único dia decapitou 1.000 infiéis!

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As atuais tentativas dos iraquianos e sírios de reconquistar as cidades dominadas pelos terroristas do ISIS conheceram uma organizada e feroz resistência destes inesgotáveis jihadistas, que parecem dispostos a morrer por uma causa. Mas as necropsias dos combatentes do ISIS revelaram que os terroristas estavam entupidos pela ingestão de doses maciças da anfetamina Captogen, o que explica a predisposição suicida ou "coragem" durante a batalha.

A maioria dos aliciados pelo ISIS é composta por árabes da Tunísia, Turquia e Arábia Saudita. A Bélgica foi a nação que mais contribuiu com recrutas para o grupo ISIS, seguida pela Inglaterra, França, EUA, Rússia, Chechênia, Georgia e China. Novos membros também são recrutados através dos blogs, Twitter, Facebook, WhatsApp e Telegram. Muitos sunitas e xiitas do Iraque e da Síria apoiam o ISIS, pois os consideram como libertadores da opressão alauita nestes países.

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A convicção religiosa do grupo baseia-se no culto à morte e na lei da sharia extrema. As populações do Oriente Médio não conseguem livrar-se do jugo tirânico do ISIS nem evitar os locais onde seus amigos, vizinhos e familiares estão sendo torturados ou mortos, onde a presença é obrigatória nestes eventos e o público deve bradar "Allahu Akbar" durante os assassinatos.

Uma rede de espiões do ISIS, denominada "amniyat", vigia toda a população, especialmente os chefes tribais que podem fomentar dissidências. Este controle espelha-se nos vigilantes da moralidade na Arábia Saudita, os "hisbah". O ISIS tem enorme poder sobre a população pois são os executores da sharia, a lei islâmica. Podem proferir sentenças e decidir quem será açoitado, amputado, degolado, estuprado e assassinado.

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Os fumantes e usuários de T-shirts são publicamente açoitados. Qualquer música é proibida e todo muçulmano que for um "desencaminhado" será expurgado das suas falhas através da tortura. As opções são mais sombrias para os Cristãos! Estes devem escolher entre a conversão para o islã, a crucificação ou a degola. O ISIS considera a maioria xiita do Iraque e minorias como Cristãos e yazidis como infiéis que devem morrer.

Os yazidis, uma minoria curda, sempre são escravizados ou mortos pelos terroristas. As mulheres yazidi jovens são negociadas como escravas nos mercados da cidade de Mosul e Raqqa. Algumas são trocadas por um simples maço de cigarros, artigo que o ISIS pretensamente proíbe! Negociantes sauditas ricos pagam bem pelas meninas yazidi de pele clara e olhos azuis. Elas são estupradas antes e após a venda! Atualmente, existem cerca de 500 mil yazidis no mundo e a maioria está concentrada na Síria, Iraque, Irã e Turquia.

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A administração Obama ignora a matança de Cristãos e continua financiando sorrateiramente os terroristas do ISIS. O encobrimento deste fato alcança tal magnitude que, dentre mil histórias online divulgando atrocidades contra Cristãos, menos de 5% provém da mídia oficial. A passividade do Ocidente diante das perseguições sofridas pela minoria Cristã no Oriente Médio acaba por endossar os ataques aos Cristãos por qualquer motivo fútil.

Claramente, o presidente americano-islâmico Barack Hussein Obama lidera a violência contra os Cristãos do mundo. Sempre protegido (ou escondido) nos bastidores da nação mais poderosa da Terra, Obama julga-se no direito de sacrificar e intimidar os detentores da filosofia responsável por todos os avanços morais, sociais e tecnológicos alcançados pela civilização ocidental, o Cristianismo. O Serviço Secreto dos EUA finalmente revelou o que muitos de nós já sabíamos: Obama é um muçulmano radical que reza em direção a Meca cinco vezes por dia na Casa Branca!

Vejam o que diz o islamita Hussein Obama:
1- Os americanos devem estudar nas escolas muçulmanas.
2- Os muçulmanos são a vanguarda na inovação e educação.
3- O futuro não pertence àqueles que caluniam o profeta do islã.
4- Eu deixei claro que nunca entrarei em guerra contra o islã pois ele é parte da história americana.
5- O islã não é parte do problema na luta contra o extremismo e sim a parte importante na promoção da paz.
6- Estou ansioso para celebrar o ramadã aqui na Casa Branca.
7- O som mais doce que conheço é o chamado islâmico para oração.
8- Os rituais lembram o papel do islã na justiça, progresso, tolerância e dignidade dos homens.
9- O islã tem demonstrado as possibilidades da tolerância religiosa e igualdade social [sic].

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