25 May 2014

DISCRIMINAÇÃO POSITIVA OU NEGATIVA? - POSITIVE OR NEGATIVE DISCRIMINATION?



DISCRIMINATION

Devido ao afluxo constante de imigrantes aos países da Europa e às Américas, intensifica-se o racismo social e a discriminação positiva que alteraram os valores básicos da sociedade ocidental. A discriminação positiva tem por objetivo diminuir os desequilíbrios nos grupos sociais e, assim, favorecer imerecidamente os indivíduos inaptos.

Na verdade, a própria discriminação positiva é basicamente racista e antissocial, pois utiliza-se do conceito da divisão racial, da superioridade ou inferioridade dos grupos étnicos. É uma concepção que fomenta o racismo e o sexismo. A discriminação positiva sempre beneficiará os indivíduos anômalos, baseando-se na cor da pele, religião, cultura e tendências sexuais.

O conceito do racismo social já existia nos EUA na década de 1920. Foi neste ano que Marcus Garvey, um ativista do movimento pela igualdade e liberdade, fundou a "associação universal para o progresso da raça negra". Além da doutrinação do igualitarismo, a organização também promovia a pureza racial e advertia seus seguidores a não se misturarem com os "diabos brancos".

Este movimento de cunho racista motivou o surgimento, décadas depois, da violenta facção "panteras negras", que promovia a luta armada contra a população branca. A perda do princípio da igualdade, um dos fundamentos da civilização ocidental, foi resultado do marxismo cultural que corrompeu as normas sociais.

RACISMO-SOCIAL

Nos Estados Unidos, Abigail Fisher, 22 anos de idade, processou a Universidade do Texas na cidade de Austin, por ter rejeitado seu pedido de admissão. Abigail, uma profissional já graduada na Universidade de Louisiana, afirmou que a desculpa da administração da instituição para a recusa da admissão foi que não aceitavam pessoas da raça branca, apesar do excelente resultado dos exames.

A Universidade estaria admitindo apenas estudantes afro-americanos e latinos, confirmou o editorial do New York Times. Este é um dos efeitos negativos da discriminação positiva, quando a lei beneficia as minorias étnicas como forma de reparação das dívidas históricas.

A ideologia anti-racial carrega em seu âmago a concepção de que o sexo feminino e as minorias étnicas, sociais e religiosas, pertencem à grupos compostos por anormais congênitos, indivíduos necessitados e vulneráveis, que por si só não conseguiriam prosperar e, assim, precisam urgentemente de ajuda para sobreviver. A ideia básica é discriminar o "macho branco" para que os demais possam ter a sua parte no banquete da vida, independentemente da competência pessoal.

Que humilhação! Isto é afirmar que as mulheres e as outras raças são vítimas de uma genética inferior, ou seja: são deficientes mentais que necessitam de ajuda e proteção de uma suposta opressão. Esta ideologia igualitarista e antifeminista é que dá o aval à inferiorização racista e sexista.

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