01 November 2015

NINGUÉM É TÃO ALTO QUANTO UM CRISTÃO DE JOELHOS - NO ONE IT IS AS TALL AS A CHRISTIAN ON HIS KNEES


CHRISTIAN-ON-HIS-KNEES

Jesus Cristo instituiu a verdadeira Igreja quando conversava com os discípulos: "Bem-aventurado és tu, Simão Barjonas, porque isto não te foi revelado pela carne e sangue, mas por meu Pai que está nos Céus. Pois também eu te digo que tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei minha Igreja, e as portas do Hades não prevalecerão sobre ela. Eu te darei as chaves do Reino dos Céus, e tudo o que ligares na Terra será ligado nos Céus, e tudo o que desligares na Terra será desligado nos Céus".

Ainda que preguem em nome de Deus, as igrejas criadas após a Igreja de Cristo não são verdadeiras. Diversas denominações cristãs reproduzem a mesma doutrinação new-age, promovendo a ideia de que a Igreja Católica é autocrática, intolerante e pretenciosamente julga-se porta-voz da Revelação Divina. Porém todas estas igrejas foram edificadas sobre uma base frágil e terminarão por ruir, pois não há promessa nem esperança de Salvação nas instituições concebidas e criadas por homens.

Vivemos numa época na qual são evidentes os sinais do secularismo: o movimento em direção à modernização e longe de valores religiosos tradicionais, porque Deus já desapareceu do horizonte humano. A humanidade tornou-se indiferente! A origem do indiferentismo moderno está na ideologia de Martinho Lutero sobre a fé justificadora, onde a Salvação só é alcançada pela Fé e as boas obras são supérfluas. Lutero pregou que não existem Santos e que um Cristão pode interpretar as Escrituras como desejar.

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O ensino de Lutero afastou o amor ao próximo ao eliminar o valor do mérito humano, deixando o trabalho árduo nas mãos de Deus: o homem já não precisava merecer ativamente a Graça Redentora. O julgamento privado fez da razão humana o árbitro supremo da Revelação Divina, o que levou diretamentemente ao indiferentismo. Assim, o significado do Novo Testamento foi deixado para a interpretação privada do indivíduo e este princípio defeituoso, trouxe à luz uma série de versões contraditórias dos Ensinamentos de Jesus.

O indiferentismo prega que não há evidências de que uma religião ou filosofia possa ser superior a outra. Esta ideologia é muito sutil e difícil de ser combatida, muito mais do que a intolerância religiosa! Devemos condenar o indiferentismo em nome da razão contida nas Escrituras e na tradição Cristã, porque uma atitude de indiferença sistemática não deve ser adotada por homens racionais. Afirmar que Deus não se importa com o que acreditamos ou sermos completamente indiferentes quanto à Verdade revelada é de fato uma blasfêmia!

A afirmação de que uma religião é tão boa quanto a outra é infundada, simplória e irracional. O primeiro princípio da razão declara que duas afirmações contraditórias não podem ser verdadeiras: se uma é verdadeira a outra é, sem dúvida, falsa. Jesus Cristo nunca revelou uma pluralidade de religiões ou mesmo uma infinidade de cristianismos variados. Ele edificou uma só Igreja, pregou a existência de um Reino de Deus e uma única congregação de Cristãos sob a orientação perpétua e infalível do Espírito Santo.

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Declarar que todas as religiões são igualmente verdadeiras ou que suas diferenças são irrelevantes é permutar a verdade objetiva pelo pragmatismo, ou seja: a corrente de ideias que valida o fato de que uma doutrina é determinada pelo seu bom êxito prático. O pragmatismo religioso é a maldição da era moderna pois, nesta ótica, podemos trocar de religião de acordo com o ambiente. Devemos ser Católicos na Itália, luteranos na Suécia, muçulmanos na Turquia, budistas na China ou um xintoísta no Japão!

Jesus Cristo pediu que Seus apóstolos ensinassem um Evangelho definido e alertou severamente sobre aqueles que conscientemente o rejeitassem: "Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo, mas quem não crer será condenado". Jesus profetizou que muitos iriam contradizer Seus Ensinamentos, e os denunciou em termos não medidos. "Cuidado com os falsos profetas! Eles vêm a vocês vestidos de peles de ovelhas, mas por dentro são lobos devoradores".

Nos primeiros séculos da Era Cristã os mártires refutaram o indiferentismo. Quando amigos e parentes pediam que sacrificassem aos deuses da Roma pagã, ou que fossem considerados como tendo sacrificado, eles respondiam com as palavras de Jesus: "Todo aquele que me confessar diante dos homens, eu o confessarei diante de meu Pai que está nos Céus. Mas aquele que me negar diante dos homens, eu também o negarei diante de meu Pai que está nos Céus". Estes Cristãos da Igreja primitiva não eram indiferentes! 

CRISTAO-DE-JOELHOS

Quando alguém afirma: "Não faz diferença em que um homem acredita", será levado logicamente a dizer: "Não faz diferença como um homem age". Esta falsa moralidade é construída nas areias movediças da opinião fantasiosa, sem respeito humano, e portanto não resistirá ao estresse da vergonha, dificuldade ou tentação. Se a importância do Cristianismo fosse uma mera questão de opinião, toda certeza na moral humana torna-se-ia impossível e os homens voltariam aos velhos vícios dos tempos do paganismo.

Quando um homem é indiferente à Verdade de Deus e lança um olhar crítico sobre os Mandamentos ou as Escrituras como se fôssem simples leis temporárias que evoluiram a partir da consciência complexa de uma determinada raça semítica, ou mesmo quando questiona a realidade da existência de Deus e da imortalidade, quais princípios ele poderia seguir para cumprir a lei moral da coletividade? Se um homem credita seu desregramento às contigências da vida, ele nunca conhecerá o lado mais elevado e espiritual da existência humana.

Um bom ser humano vai aceitar a palavra de Deus em sua totalidade, uma vez que ele conhece sua importância. Um descrente sentir-se-á compelido a procurar a revelação de Deus quando duvidar sobre a validade das próprias convicções. A boa conduta é essencial, porém a Fé em Deus é sua inspiração e a pedra angular na construção da plenitude espiritual. Este é um princípio que o mundo esqueceu e deverá resgatar. Mas não se atreva a mudar um jota ou um til da mensagem que Jesus Cristo deixou aos povos da Terra!

CRISTAO-DE-JOELHOS

Jesus, vendo a multidão, subiu a um monte e, assentando-se, aproximaram-se Dele seus discípulos. Ele os ensinava, dizendo: "Não cuideis que vim destruir a lei ou os profetas, pois não vim suprimir, mas cumprir. Porque em verdade vos digo, até que o Céu e a Terra passem, nem um jota ou um til jamais passará da Lei sem que tudo seja cumprido. Quem violar um destes Mandamentos, por menor que seja, e assim ensinar aos homens, será chamado o menor no Reino dos Céus. Aquele que os cumprir e ensinar, será chamado grande no Reino dos Céus".

JESUS CRISTO NÃO ERA JUDEU

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