18 January 2013

O PROJETO MONTAUK - THE MONTAUK PROJECT


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O Projeto Montauk foi um experimento militar de controle do pensamento e viagem no tempo que utilizava radares da força aérea dos Estados Unidos. As experiências aconteceram durante a década de 1970 e início dos anos 80 em "Camp Hero", no sudeste de Long Island. Também chamado de Projeto Phoenix durante algumas das suas fases, era basicamente um programa de controle da mente que usava os pulsos de radar.

As tecnologias adaptadas para o projeto, como a modificação do espaço-tempo, foram originalmente desenvolvidas durante as experiências do cientista Wilhelm Reich que, na experimentação, utilizava um oscilador de onda contínua para converter energia elétrica em energia etérea.

Uma das suas descobertas foi que a variação das frequências produzia efeitos dramáticos: como a alteração das ondas cerebrais humanas, fazer chover em áreas específicas e criar uma fenda ou abertura no tecido do espaço-tempo. Quando Reich soube que os militares queriam aplicar suas descobertas em experimentos de manipulação cerebral ele tentou encerrar o projeto.

As agências da inteligência do governo responderam revogando sua licença para praticar a profissão, queimando seus livros e aprisionando-o em uma penitenciária no estado da Virgínia, onde eventualmente morreria de ataque cardíaco induzido remotamente. Vários cientistas envolvidos no Projeto Montauk eram psiquiatras nazistas enviados secretamente para os Estados Unidos, valorizados devido aos seus conhecimentos nas técnicas de modificação comportamental.

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Em 1943, os militares dos EUA iniciaram o Projeto Phoenix, o afamado experimento que pretendia criar um escudo eletromagnético em torno do navio de guerra USS Eldridge. A experiência que criaria uma bolha eletromagnética em torno do navio baseava-se na tecnologia Tesla e nas aplicações das teorias de Einstein. Mas algo saiu errado e o USS Eldridge foi teletransportado para outra época, mas retornando logo em seguida.

Assim, os diretores do projeto decidiram repetir a experiência com tripulantes a bordo, porém os resultados foram desastrosos! O navio materializou-se com vários membros da tripulação parcialmente fundidos no aço do convés, enquanto outros desapareceram no espaço-tempo para sempre. Os tripulantes que sobreviveram ao Experimento Filadélfia ficaram completamente loucos pois sofreram severas lesões em seus cérebros.

Durante a viagem do USS Eldridge através do hiperespaço o tripulante Duncan Cameron pulou do convés e imediatamente surgiu no futuro, quarenta anos depois, em 1983!

Do Projeto Phoenix resultou o Projeto Montauk e o consequente desenvolvimento das tecnologias de viagem no tempo que avançaram em "saltos quânticos". Alegadamente, a tecnologia utilizada no Projeto Montauk foi uma versão aperfeiçoada do experimento Filadélfia de 1943.

No Projeto Montauk os pesquisadores sujeitavam cobaias humanas a uma mistura complexa de interação com os pulsos de energia dos radares com a rotação de campos magnéticos. O experimento conseguiu alterar os padrões da mente humana, amplificar e transmitir formas de pensamento, materializar os pensamentos em objetos físicos, criar alterações climáticas e induzir às viagens no espaço-tempo.

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Uma das descobertas de W. Reich abordava o aspecto no qual em uma pessoa no estado de transe abrem-se os canais bioelétricos do corpo e o indivíduo torna-se excepcionalmente receptivo à programação mental. Nesta fase avançada do Projeto Montauk era utilizada uma unidade de radar transmitindo em 406 MHz, cujo sinal era então interfaceado em um computador conectado à "cadeira Montauk" através de uma mini bobina Tesla adaptada à sua base.

Os experimentadores estavam particularmente interessados nas cobaias humanas de pouca idade devido ao alto grau de potencial bioelétrico destas crianças. Os cientistas do Projeto Montauk tornar-se-iam futuramente a elite do Projeto Monarch: experimentos onde os cérebros das cobaias humanas eram divididos em um "favo" de múltiplas personalidades, utilizando-se das técnicas de modificação comportamental baseadas em traumas severos.

Os pesquisadores e as agências da inteligência do governo, envolvidos nestas experiências futuras do Projeto Monarch, descobriram que traumatismos graves causavam uma dissociação mental necessária para se sobreviver ao trauma, criando assim habilidades sobre-humanas: como a memória fotográfica, visão remota, telecinesia e uma extrema resistência à dor.

Futuramente, essas "habilidades" foram úteis na formação dos assassinos programados conhecidos como "Manchurian Candidates". Estas experiências horríveis de controle mental geralmente envolviam extrema tortura física e intenso abuso sexual e psicológico, visando destruir o caráter e a humanidade da cobaia.

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A cadeira Montauk era um experimento em que utilizava-se um médium como canalizador energético. A cadeira era cercada e conectada às bobinas magnéticas captadoras que, por sua vez, alimentavam receptores modificados que poderiam captar informações de 3 eixos direcionais diferentes: da "aura" tridimensional eletrônica criada pelo campo eletromagnético corporal.

Os sinais extraídos deste arranjo de captação em 3D eram então processados digitalmente e correlacionados com pensamentos, humores, etc. Um sinal digital era gerado artificialmente replicando os sinais originais que seriam retransmitidos pelo radar, irradiando "formas-pensamento" para fora da base.

Com esta tecnologia os experimentadores foram capazes de afetar a mente e os pensamentos dos "alvos" que pré-selecionavam como destino. A "forma-pensamento" levava à abertura dos "portais de viagens", através dos quais seria possível o transporte para outro local do espaço-tempo.

Com os refinamentos adicionais e aumento na potência do transmissor, os cientistas foram finalmente capazes de colapsar formas materializadas provenientes do pensamento puro ao gerar uma malha electromagnética padrão que materializava um "replicante" do pensamento-objeto alvo. Continuando o bombeamento de alta energia para este "espaço-forma" conseguiram finalmente "materializar" matéria orgânica ectoplasmática.

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Em algum momento durante os experimentos os pesquisadores começaram a ter escrúpulos e decidiram sabotar toda a operação. Em 1983, o projeto terminou de uma forma drástica e aterradora, quando o médium Preston Nichols propositadamente "pensou" num ser monstruoso materializando-o em seguida através do transmissor de radar de Montauk.

Esta criatura começou a destruir a base e o corte da alimentação elétrica para o experimento não desmaterializou o "monstro" que estava retroalimentando-se de energia no hiperespaço do passado: ligado ao "continuum espaço-temporal" do experimento Filadélfia de 40 anos atrás, num ciclo biorrítmico de picos temporais. No desespero, Preston Nichols e sua equipe destruíram o emissor das ondas do radar e finalmente o poder da materialização decresceu.

O "monstro de Montauk" foi desmaterializado e o projeto encerrado pelos cientistas que, em pânico, correram para bem longe abandonando o projeto de vez. Posteriormente, oficiais de alta patente descreveram parcerias de humanos e alienígenas em novos projetos experimentais e na construção de bases subterrâneas. Estas bases estão localizadas em áreas consideradas por culturas antigas como portais no espaço-tempo.

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Houve graves denúncias posteriores sobre uma base em Dulce, no Novo México. Um funcionário de Dulce forneceu a seguinte descrição: "O primeiro nível era principalmente utilizado para manutenção e estudo das aeronaves experimentais com tecnologia alienígena. A segurança aumenta a cada nível ao ponto de requerer escaneamento digital e varredura da retina para permitir o acesso aos níveis inferiores".

"Assisti às experiências em seres metade humanos e metade alienígenas. Também vi reptilianos-humanos e criaturas disformes com mãos iguais às dos seres humanos, que imitavam a fala humana. Observei peixes, focas, aves e ratos que mal poderiam ser considerados como espécies animais distintas. Existem várias gaiolas e grandes recipientes com humanoides alados com mais de dois metros de altura: eram criaturas grotescas parecidas com morcegos".

O relato continua: "No sétimo nível, o mais profundo, é muito pior! Observei linhas e linhas com milhares de seres humanoides armazenados no frio, e também recipientes de armazenagem contendo embriões humanoides em vários estágios de desenvolvimento. Encontrei com frequência seres humanos em gaiolas, semi-vivos, gemendo, geralmente confusos ou drogados, chorando e implorando por ajuda".

"Fui informado que eles estavam irremediavelmente insanos e envolvidos em testes com drogas de alto risco para curar sua insanidade, mas era uma cruel mentira para despistar a barbaridade cometida pelos experimentadores. Na semana seguinte pedi demissão e me afastei de todo aquele terror, um lugar onde a morte é soberana. Ainda hoje ouço as súplicas dos humanos das gaiolas  e elas me assombrarão por toda a minha vida. Era tudo muito assustador!", acrescenta a testemunha.

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