07/09/2013


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O ANTICRISTO REVELADO
 
Mahdi é o "messias" do mundo islâmico, o anticristo que surgirá para destruir o Cristianismo e o judaísmo. Segundo a tradição islâmica, o imam Ali Abi-Talib profetizou que no fim dos tempos o "salvador final" assumirá as rédeas do governo no Ocidente e comandará o exército mais poderoso do mundo. O novo governante do Ocidente carregará "um claro sinal" de que é o terceiro imã.

O nome Barack Hussein significa "a bênção de Hussein" no idioma árabe. O termo "Obama" traduz-se como "ele está entre nós", exatamente como foi descrito na tradição do Majlesi. Entre as características que descrevem o esperado mahdi, destacam-se que ele será um homem escuro e alto, estará perto dos 40 anos de idade e carregará o termo Hussein em seu nome. Ele virá como o "nascer do sol sobre o Oeste"!

Obama é um muçulmano professo, e todo aquele que nega o Filho de Deus nega o Pai Eterno, significando que carrega o espírito do anticristo. Os illuminati usaram o islamismo para alavancar ainda mais a sua agenda apocalíptica, utilizando o artifício de entronizar um muçulmano na presidência dos Estados Unidos. Obama dedica-se ao estudo do corão desde criança, quando se tornou cidadão da Indonésia, onde foi criado por seu padrastro Lolo Soetoro, o segundo marido da sua mãe, Ann Dunham.

Ficou claro que Obama gosta de zombar de Deus e das Escrituras. A palavra Barak também pode ser usada como um tabuísmo, significando "a maldição" ou "a arma de um blasfemador". Durante o discurso de Obama na Universidade de Georgetown havia uma ausência marcante entre todas as bandeiras e selos presidenciais, a imagem de Jesus Cristo, pois Obama pediu para cobrí-la! Obama pediu que o almoço de Natal fôsse "não-religioso" e se recusou a expor o presépio da Casa Branca, habitualmente colocado em um lugar de destaque no Salão Leste.

Em 2006, Obama discursou: "Nós já fomos, mas não somos mais uma nação Cristã". Há oito anos que a Casa Branca celebrava o Dia Nacional de Oração com um serviço religioso no Salão Leste, mas Obama decidiu-se contra a realização da cerimônia. Alegou não ter tempo para ir à Igreja e não participou de qualquer cerimônia Cristã em Washington desde que chegou à presidência.

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Obama proibiu as citações bíblicas na página dos "briefings" diários da Casa Branca, uma prática comum nas administrações anteriores. Em outra ocasião, emitiu um comunicado oficial pelo Departamento de Estado: "O ramadã é uma celebração de uma fé conhecida pela grande diversidade e igualdade racial, e aqui, nos Estados Unidos, o ramadã é um lembrete de que o islã sempre fez parte da América. Estou ansioso para realizar um jantar iftar celebrando o ramadã na Casa Branca".

Claramente este indivíduo blasfemo se enquadra perfeitamente no dito populara: "É como o diabo fugindo da Cruz". Na sua campanha eleitoral o slogan apregoado e repetido pelos seus admiradores: "yes we can", louvava satanás. A expressão tornou-se viral na internet, porque ao ouvir-se a gravação de trás para frente, obtinha-se a frase: "thank you satan".

Juntamente com o seu desdém pela sociedade européia, incluindo a América, pelos vestígios do imperialismo, colonialismo e supremacia branca, Obama também despreza o que originou a cultura e a ciência contemporânea e que permanece como o maior impedimento para uma América marxista, o Cristianismo. Odeia também os Cristãos, porque representam a ameaça mais terrível para seus projetos obscuros.

Ele é funcionalmente um ateu-marxista e um muçulmano professo. Em seu discurso à Assembléia Geral das Nações Unidas declarou que o futuro não pertence aos Cristãos praticantes. Mitt Romney disse que ele teria cometido uma gafe, mas Barack Obama estava apenas confirmando suas "verdades" ousadas.

Vejam o que ele diz: "O futuro não deve pertencer a quem lança calúnia sobre o profeta do islã. No entanto, aqueles que condenam também devem condenar o ódio dos Cristãos quando vêem a imagem de Jesus Cristo profanada ou as Igrejas destruídas. Vamos condenar o incitamento contra os muçulmanos sufi e os peregrinos xiitas".

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O REI DA MENTIRA
 
Durante a sua campanha à presidência Obama afirmou que era Cristão, mas a mentira foi revelada mais tarde pelas suas próprias afirmações e as de seus ancestrais mulçumanos do Quênia, na África Oriental. Em uma entrevista Obama recitou as frases da chamada para a oração em árabe, o adhan, e afirmou considerar essa cantilena árabe como "um dos mais bonitos sons da Terra ao pôr do sol (sic)".

Devemos lembrar que no islamismo pode-se mentir sobre a própria crença para se conseguir alguma vantagem para a religião. De acordo com o corão, Alá é "o melhor de enganadores". Uma vez que o maior objetivo da ética islâmica é difundir o islã por qualquer meio que seja, é pouco surpreendente que a mentira e o engano sejam aceitáveis para o benefício da fé. O corão estabelece que existem circunstâncias que podem "obrigar" um muçulmano a contar uma mentira, e os obriga a não tornarem-se amigos daqueles fora da fé islâmica, a menos que seja para "protegerem-se".

Desta forma, o muçulmano deve "esconder a sua fé" daqueles que não são crentes. De acordo com os escritos, é permitido mentir quando o fim justifica os meios. Isto significou um grande negócio para Obama, um mestre da mentira institucionalizada. Mentiroso! Um atributo bastante adequado para um ser das trevas e para satanás, o pai da mentira.

Ao longo dos últimos anos, antes da era Obama, muitos filmes foram realizados tendo um ator negro na presidência dos Estados Unidos. Isto foi um pré-condicionamento para aceitarmos o já criado candidato dos illuminati no futuro e uma intervenção dos poderes das trevas, trabalhando por trás dos bastidores e manejando a mídia como um instrumento para esses espíritos malignos.

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Seja como for, vemos o mesmo padrão desde que os filmes começaram a ser lançados há 10 ou 15 anos, um após o outro, sempre com um presidente negro no comando dos EUA. Tornou-se óbvio que esses filmes e programas de TV objetivavam o condicionamento das massas que, consciente ou inconscientemente, acabaram por oferecer seu voto a um candidato muçulmano, com valores morais questionáveis e que portava em seu nome uma corruptela da palavra "Osama", o perpetrador do atentado de 11 de setembro ao World Trade Center.

Além disso, há uma conexão constante nestes filmes com eventos apocalípticos, como uma antevisão de que as pessoas sofrerão alguma extinção futura ou estarão envolvidas em algum cataclismo terrível. O atual apoio maciço e incondicional à irmandade muçulmana por Hussein Obama, visa à implementação do islamismo como a religião oficial da humanidade e a consequente extinção do Cristianismo.

"Seus reinos surgirão da nação daquele rei, mas não terão o mesmo poder. No final de seus reinados, quando a rebelião dos ímpios tiver chegado ao máximo, surgirá um rei de duro semblante, um mestre em astúcias. Ele se tornará muito forte, mas não pelo seu próprio poder. Provocará devastações terríveis e será bem-sucedido em tudo o que fizer.

Destruirá os homens poderosos e o povo santo. Com o intuito de prosperar, ele enganará a muitos e se considerará superior aos outros. Destruirá muitos que nele confiam e se insurgirá contra o Príncipe dos príncipes. Porém ele será destruído, mas não pelo poder dos homens.

Com muitos ele fará uma aliança que durará uma semana, mas no meio da semana ele dará início ao sacrifício e à oferta. No templo será colocado o sacrilégio terrível, até que chegue sobre ele o fim que lhe está decretado. A visão das tardes e das manhãs que você recebeu é verdadeira, sele porém esta visão pois refere-se ao futuro distante", disse o anjo ao profeta Daniel.

Os rebeldes de Obama, a irmandade muçulmana, já estão matando os Cristãos sírios, uma minoria à beira da extinção que sobrevive no isolamento total. Os terroristas islâmicos, apadrinhados pelo presidente luciferiano, sequestraram 200 mulheres Cristãs que foram estupradas até a morte, denunciou recentemente um sacerdote sírio.

Yabrud
AS VÍTIMAS CRISTÃS
 
O povo arameu, descendentes das tribos nômades que povoaram a Mesopotâmia, e a língua aramaica, estão ameaçados de extinção. O aramaico era o idioma de Jesus e seus discípulos, e ainda hoje é a língua materna de algumas pequenas comunidades no Oriente Médio, especialmente no interior da Síria.

A sua longevidade deve-se ao fato de ser ainda escrito e falado pelos aldeões Cristãos que durante milênios habitaram as cidades ao norte de Damasco, reconhecidamente nos vilarejos de Maaloula e Yabrud, situados a 1.500 mts de altitude nas montanhas sírias. O povoado de Yabrud é conhecido historicamente como o local onde Jesus Cristo hospedou-se durante suas peregrinações. Outra aldeia da Mesopotâmia por onde Jesus também passou é Tur Abdin, um povoado Cristão na fronteira da Turquia.

Estes pequenos vilarejos fizeram com que o aramaico chegasse intacto até nossos dias. O aramaico, um idioma similar na sua forma ao hebraico, foi predominante na região alguns séculos antes e depois de Cristo, e vários livros do Velho Testamento foram redigidos neste idioma. O que hoje ameaça os arameus é o meio hostil onde vivem, uma terra árida e quente na tríplice fronteira da Síria, Turquia e Iraque.

Timotheus-Samuel-Aktas
Restam pouco mais de 2 mil arameus, um povo Cristão que tenta preservar a sua cultura e língua imersos num mundo essencialmente islâmico. Pegos no fogo cruzado da guerra, esse povo é vítima tanto dos guerrilheiros quanto dos soldados. Em Tur Abdin habitam os monges arameus e muitos fiéis da Igreja Cristã. O termo "Tur Abdin" significa "monte dos servos de Deus".

Mas no vilarejo não se lê a Bíblia sem medo. Diversas vezes os monges de Mor Gabriel, principal mosteiro de Tur Abdin erguido há 1.600 anos, tiveram de enterrar os manuscritos no aramaico antigo para evitar as pilhagens. As mensagens de paz dos textos bíblicos não têm mais eco numa região onde a guerra é a única mensagem.

Que o diga o arcebispo de Tur Abdin, Timotheus Samuel Aktas, um homem de barba branca e olhos tristes, que tem denunciado em vão o isolamento e as perseguições que ameaçam seu povo. Para Aktas, os arameus não sobreviverão sem a ajuda externa. "Somos seus pais, os primeiros Cristãos, nos ajudem", pediu recentemente o bispo Timotheus. "Não temos nenhum político para nos apoiar", acrescentou.

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O PEDIDO DE SOCORRO
 
Carta das freiras trapistas de Azeir
Síria, 29 de agosto de 2013

Olhamos para as pessoas ao nosso redor, os nossos trabalhadores que estão todos aqui, como se suspensos, espantados: "Eles decidiram nos atacar, dizem". Hoje fomos para Tartus e sentimos raiva, impotência, incapacidade de formular um sentido para tudo isso. As pessoas tentam fazer o seu melhor, trabalhar e viver normalmente. Você vê os agricultores regando a terra, os pais comprando material para as escolas que estão prestes a iniciar o ano letivo e as crianças que pedem um brinquedo ou um sorvete.

Você vê os pobres, muitos deles tentando juntar algumas moedas. As ruas estão cheias de refugiados da Síria, que vieram de todas as partes para a única área que ainda é relativamente habitável. Você vê a beleza destas montanhas, o sorriso no rosto das pessoas, o olhar bem-humorado de um garoto que está prestes a se juntar ao exército, e dá-nos dois ou três amendoins que tem no bolso como um símbolo de união.

Então você se lembra que eles decidiram bombardear-nos amanhã, "porque é hora de fazer alguma coisa", como está redigido nas declarações dos homens importantes que estarão tomando seu chá enquanto assistem à TV, para ver o quão eficaz foi a sua intervenção humanitária. Será que eles vão nos fazer respirar os gases tóxicos dos depósitos que atingirem amanhã, de modo a punir-nos pelos gases que já respiramos e nos mataram?

As pessoas estão forçando seus olhos e ouvidos em frente da televisão. O que todos eles estão esperando é uma palavra de Obama! A palavra de Obama? Será que o vencedor do Prêmio Nobel da Paz vai soltar a frase de guerra contra nós? Apesar de toda a justiça, todo o senso comum, toda a misericórdia, toda a humildade e toda a sabedoria do mundo? O Papa falou, os patriarcas e bispos têm falado, inúmeras testemunhas falaram, analistas e pessoas de experiência têm falado, mesmo os opositores do regime têm falado.

Freiras-Azeir
No entanto, aqui estamos todos esperando apenas uma palavra do grande Obama? E se não fosse ele, seria outra pessoa. Não é ele que é "o grande"! É o maligno que nestes dias está realmente agindo. O problema é que se tornou muito fácil passar mentiras por gestos nobres, o egoísmo implacável passar como uma busca por justiça, passar a necessidade de parecer forte e exercer o poder como uma "responsabilidade moral para não desviar o olhar".

Apesar de todas nossas fontes de informação e globalização, parece que nada pode ser verificado. Parece que não há nenhuma coisa como uma mínima verdade. Ou seja, eles não querem que haja alguma verdade, enquanto que na verdade existe uma verdade, mas ninguém honesto é capaz de encontrá-la. Só encontrarão se eles realmente procurarem juntos e se não forem impedidos por aqueles que estão a serviço de outros interesses.

Há algo de errado e é algo muito sério, porque as consequências vão ser forjadas na vida de uma população inteira, no sangue que enche nossas ruas, nossos olhos, nossos corações. De que servem as palavras? Tudo foi destruído. Uma nação destruída, gerações de jovens exterminados, filhos crescendo empunhando armas, mulheres vivendo sozinhas como alvo de vários tipos de violência. Famílias, tradições, casas, edifícios religiosos, monumentos que contavam e preservavam a história e, portanto, as raízes de um povo, todos destruídos.

Como Cristãos, podemos pelo menos oferecer tudo isto para a misericórdia de Deus, uní-lo ao sangue de Cristo, que realiza a Redenção do mundo em todos aqueles que sofrem. Eles estão tentando matar a esperança, mas devemos segurá-la com toda nossa força. Para aqueles que realmente têm um coração para a Síria, para a humanidade e para a verdade pedimos oração. Oração abundante, sincera e corajosa.

Freiras trapistas de Azeir, Síria, 29 de agosto de 2013.

 

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