21 June 2014

A MILITÂNCIA CRISTÃ - THE CHRISTIAN MILITANCY


CHRISTIAN-MILITANCY

Muitos Cristãos estão envolvidos no ativismo social com a finalidade de coagir uma sociedade ímpia a adotar elevados padrões de conduta. Esta militância-cristã é bem-intencionada porém contraproducente, pois tentar convencer os incrédulos em uma sociedade sem Deus a viverem como Cristãos seria uma perda de tempo. Lembrem-se que qualquer mudança teria de ser feita através de um sistema político já corrompido e composto por ímpios do baixo ao alto escalão. Além disso, não há precedentes para endossar a militância-cristã.


Jesus sempre repreendia os líderes religiosos e do governo, mas nunca pregou contra as injustiças das autoridades ou pressionou o governo romano e a sociedade para que mudassem o sistema corrupto e sua conduta desregrada. Há inúmeros casos de desobediência civil nas Escrituras, mas nunca com o objetivo de forçar uma sociedade descrente a obedecer aos princípios Cristãos. Ao pregar os Ensinamentos de Jesus os apóstolos fizeram uma declaração histórica: "É mais importante obedecer a Deus do que aos homens".


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O apóstolo Paulo repreendeu o centurião que pretendia açoitá-lo, e exigiu que as autoridades da cidade romana de Filipos se desculpassem pelo ocorrido. Ele não estava tentando mudar a sociedade, mas lutando pelos seus direitos no amparo das leis. Paulo obedecia a Deus e não aos homens, mesmo que isso significasse perder sua vida. Em outra ocasião, um grupo de cidadãos de Éfeso incitou uma enorme manifestação contra Paulo, temendo que sua pregação das Escrituras prejudicasse os negócios dos efésios.

Assim, os cidadãos gritaram veementemente seu louvor de adoração à Diana, por várias horas, cuja fabricação e exportação da imagem era a principal fonte de renda da cidade romana. Paulo poderia ter reunido uma multidão muito maior de Cristãos, para gritar ainda mais alto e por mais tempo, assim impondo sua vontade sobre as autoridades locais. Porém tal conduta não seria Cristã, mas sim humilhante e reprovável diante da clareza espiritual dos primeiros Cristãos.

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Apesar de impedidos pelas autoridades romanas, os apóstolos sempre persistiram na pregação dos Ensinamentos de Jesus. No entanto, seguindo Seu exemplo, eles nunca pressionaram os romanos para por um fim à prostituição e aos abortos, nem se manifestaram publicamente contra as leis injustas. Estes exemplos de abnegação foram modelos de conduta tanto para os mártires de Roma como para os atuais divulgadores da Fé Cristã, que enfrentam a morte certa em terras islâmicas ou comunistas.

Mas o fato de que a militância-cristã produz uma forte motivação pela busca da justiça deve ser enaltecido. A história demonstra que as mudanças na sociedade foram obtidas através da perseverança e do exemplo. Grupos cristãos estavam envolvidos no movimento dos direitos civis que acabou com a segregação racial. No entanto, nem a abolição da escravatura ou a promulgação das leis contra o trabalho infantil e pelos direitos das mulheres fizeram com que a nossa sociedade seja mais piedosa.

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Certamente não é errado os Cristãos envolverem-se na militância, pois claramente os bebês inocentes estão sendo assassinados nas clínicas de aborto e devem ser resgatados. Jesus Cristo nos ensinou: "Faça aos outros o que gostaria que fizessem a você. Amarás o próximo como a ti mesmo". Estes dois princípios básicos estão sob as Leis de Deus e escritos na consciência da humanidade. Devemos fazer todo o possível para resgatar as crianças que estão sendo assassinadas, da mesma forma que resgatamos alguém em perigo.

Mas este resgate deve significar "salvar vidas" e não criar convulsões sociais ou mesmo coagir uma sociedade já imersa no mal absoluto em adotar padrões Cristãos. A atual militância-cristã é muito restrita e seletiva, pois aborda certas questões mas ignora outras de maior importância. Devemos não só resgatar os nascituros como também as crianças das escolas públicas que estão sendo pervertidas através do ensino da imoralidade, ocultismo e da doutrinação marxista.

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Precisamos identificar as ideologias responsáveis por este mal e extirpá-las da nossa sociedade. Devemos ficar atentos não só à pedofilia, pornografia e ao aborto, mas também às formas mais sutis de rebelião contra Deus e rejeição a Jesus Cristo. Devemos denunciar as apologias destrutivas que proliferam no meio acadêmico. A Igreja também deve ser denunciada por tolerar a desonra dentro das suas fileiras, ou seja, a permanência daqueles que pregam o falso evangelho do anticristo, os verdadeiros inimigos de Deus.

A militância-cristã representa um desvio no caminho da Cristandade, que sempre deve caminhar diante do mundo. Os militantes podem confundir as questões reais e ser conduzidos às alianças com o profano, desviando tempo e esforços que seriam melhor empregados na proclamação dos Ensinamentos de Jesus. Precisamos contrabalançar as exigências do nosso tempo e definir quais são as verdadeiras prioridades. Temos apenas que nos concentrar em resgatar as almas para Jesus Cristo.

JESUS CRISTO NÃO ERA JUDEU

2 comentários:

Anonymous said...

Os bilhões de cristãos deveriam ser mais unidos e participantes, porque seriam uma força capaz de literalmente "mover montanhas". Mas no Brasil são todos uns bananas e arregados.

Anonymous said...

Neste país só tem macumbeiros, comunistas e ladrões...Não dá para contar com eles para nada.

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