A morte é o destino comum do ser humano mas não o fim da vida, é apenas a separação da alma do corpo. A verdade da imortalidade da alma é uma das verdades fundamentais do Cristianismo. O estado da alma depois da morte de acordo com os Ensinamentos de Jesus é consciente, em contato com a realidade exterior.
NĂłs conhecemos a morte porque nos foi dito que vamos morrer e por termos parceria com o nosso corpo — ele sabe que os corpos morrem. Uma nova abordagem da ciĂȘncia confirmou a possibilidade de que a morte nĂŁo Ă© um evento terminal.
Embora a neurociĂȘncia tenha feito enormes progressos sobre o funcionamento do cĂ©rebro, o simples fato de vivenciarmos experiĂȘncias subjetivas ainda permanece um mistĂ©rio. Mas a existĂȘncia da alma permite a compreensĂŁo da interioridade espiritual que se apodera cognitivamente dos objetos que lhe sĂŁo externos — o contexto do "eu" que sente e vive a vida.
A visĂŁo racional do mundo, a objetividade e o realismo ingĂȘnuo, jĂĄ nĂŁo suportam as novas teorias da fĂsica nem a filosofia redentora de Jesus Cristo, e assim estĂŁo começando a mostrar rachaduras estruturais.
à claro que isso não vai surpreender os filósofos e leitores que contemplaram as obras de Platão, Sócrates, entre outros grandes mestres, quando indagavam sobre a relação entre o Universo e a mente humana.
Embora o atual paradigma cientĂfico seja baseado na crença de que o mundo tem uma existĂȘncia independente do observador, experiĂȘncias reais sugerem o contrĂĄrio. Acreditar que a vida Ă© apenas a atividade de partĂculas que giram para depois se dissiparem estĂĄ falha. Vida e consciĂȘncia sĂŁo fundamentais para a visĂŁo da realidade do Universo!
Quando adicionamos nossa alma Ă equação da vida podemos explicar alguns dos enigmas mais importantes da ciĂȘncia moderna, incluindo o princĂpio da incerteza e o desenvolvimento das leis que governam o Universo.
Um aspecto bem conhecido da fĂsica quĂąntica Ă© que as observaçÔes nĂŁo podem ser previstas com certeza. O indeterminismo Ă© a doutrina segundo a qual a vontade Ă© livre, e o livre-arbĂtrio, com o ato que dele resulta, nĂŁo Ă© de todo ou nĂŁo Ă© de modo algum determinado por causas antecedentes.
Em vez disso, existe uma sĂ©rie de observaçÔes possĂveis e cada uma com probabilidades diferentes. Uma interpretação Ă© que cada uma dessas observaçÔes possĂveis corresponde a um universo diferente, o "multiverso". HĂĄ um nĂșmero infinito de universos!
Um cientista disse uma vez que viveu e morreu em um mundo de ilusÔes. Profeticamente isso foi dito antes da teoria da relatividade de Einstein, da mecùnica quùntica, da descoberta dos åtomos e do DNA. Werner Heisenberg comentou que devemos intuir que a realidade se forma através de processos mentais.
O conteĂșdo da consciĂȘncia Ă© a realidade definitiva e as experiĂȘncias cientĂficas demonstraram o pensamento da mente do observador sobre um objeto Ă© suficiente para converter a possibilidade em realidade. Ă importante ressaltar que tudo isto tem uma relação direta com a questĂŁo: "Os seres humanos tĂȘm almas?"
Tudo o que experimentamos, todas as cores, sensaçÔes e os objetos que percebemos, sĂŁo apenas representaçÔes em nossa mente — o espaço-tempo Ă© a ferramenta da mente para unir estas experiĂȘncias. Esta conclusĂŁo nĂŁo sĂł desafia a intuição clĂĄssica, como tambĂ©m sugere que a alma Ă© imortal e existe fora do espaço e do tempo material.
Os cientistas pensavam que os resultados experimentais da teoria quĂąntica, como a matĂ©ria existindo simultaneamente em diferentes estados, seriam limitados Ă s partĂculas subatĂŽmicas. Mas foi confirmado que essa dualidade quĂąntica, matĂ©ria existente como partĂculas e ondas de probabilidade, se estende ao mundo em que vivemos e ocorre tambĂ©m na escala macroscĂłpica.
Albert Einstein demonstrou que o espaço e o tempo não eram realidades absolutas, e desde então, aconteceu um boom sem precedentes de descobertas: o experimento da fenda dupla, o emaranhamento quùntico e a conclusão de que todas as leis, forças e constantes universais, "conspiram" para a manutenção da vida no Universo.
O espaço-tempo nĂŁo sĂŁo apenas considerados uma dimensĂŁo da ordem do visĂvel ou do sensĂvel em relação ao observador, mas sim ferramentas da mente que nos possibilitam associar a lĂłgica de que somente em Deus a essĂȘncia e a existĂȘncia coincidem inteiramente. Ă a linguagem da consciĂȘncia: nenhum fenĂŽmeno Ă© um fenĂŽmeno atĂ© que ele seja observado!
Sem o espaço-tempo, as concepçÔes de Newton de ordem e previsão segura seriam sem sentido. As novas descobertas da mecùnica quùntica permitiram que, teoricamente, nos situemos em qualquer tempo, passado ou futuro, e neste novo quadro estimarmos todos os eventos relacionados à nossa própria morte.
A morte nĂŁo existiria em um mundo sem tempo ou espaço, mas a imortalidade tambĂ©m nĂŁo significa uma existĂȘncia perpĂ©tua no tempo, desde que situa-se fora do tempo fĂsico. Esta existĂȘncia serĂĄ numa Ășnica realidade Ășnica na qual Deus nos situarĂĄ para encontrarmos Jesus e nossos entes queridos.
A esperança desta nova vida fornece-nos a coragem para enfrentar nossa morte e a dos parentes e amigos. Sempre acreditem e tenham Fé, pois as palavras de Jesus carregam em seu ùmago toda a complexidade do mundo quùntico, o local e a forma com que Deus interage com a humanidade.
Acreditar em Deus e na Vida Eterna desencadearĂĄ uma onda quĂąntica enviada pela nossa mente tornando-os parte da realidade Divina subjacente. Jesus ensinou: "Quem acreditar em mim, viverĂĄ para sempre". Estas simples palavras carregam uma complexidade incompreensĂvel, mas esta foi uma das formas "simples" que Ele escolheu para interagir com Seus filhos.

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