11 outubro 2021

AS ORIGENS DO COMUNISMO - THE ORIGINS OF COMMUNISM

ORIGENS-DO-COMUNISMO

Muito da ideologia satanista tem suas raĂ­zes no maniqueĂ­smo, o dualismo religioso sincretista que se originou na PĂ©rsia e foi amplamente difundido no ImpĂ©rio Romano, cuja doutrina consistia basicamente em afirmar a existĂȘncia de um conflito cĂłsmico entre o reino da luz (o Bem) e o das sombras (o Mal), situando a matĂ©ria e a carne no reino das sombras e afirmando que ao homem se impunha o dever de ajudar Ă  vitĂłria do Bem por meio de prĂĄticas ascĂ©ticas.

A Maçonaria se recuperou rapidamente apĂłs ser perseguida por NapoleĂŁo. Outro aristocrata francĂȘs, Henri de Saint-Simon (1760-1825), Conde de Saint-Simon, junto com a nova Loja MaçÎnica chamada Huate Vente, ou Alta Vendita, liderou o ataque. Estes atores deram continuidade ao esquema de Adam Weishaupt de acabar com a propriedade privada e a dissolução da famĂ­lia. Mas em vez de condenar o Cristianismo, Saint-Simon afirmou que a utopia comunista Ă© a vontade de Deus.

Saint-Simon era na verdade o agente dos plutocratas e precursor da falsa dialética esquerdista e do 'tag teaming' dos banqueiros comunistas. A plutocracia judaizada da era industrial, que avançava rapidamente, não tinha obrigação para com os trabalhadores e visava apenas um objetivo: apropriar-se da maior parte do trabalho alheio, e como tal, foi um dos primeiros neoliberais a admirar profundamente a filosofia laissez-faire de Weishaupt.

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Como medida destes homens degenerados, durante o Terror da Revolução Francesa, Saint-Simon e Talleyrand planejaram lucrar comprando a Catedral de Notre-Dame e retirar o metal do seu telhado para vendĂȘ-lo como sucata. Ele tambĂ©m se tornou imensamente rico por meio da especulação monetĂĄria, vendendo e comprando o franco francĂȘs (Francorum Rex). Saint-Simon, mais tarde, sobreviveu na ruĂ­na e foi obrigado a trabalhar para viver.

Em 1823, decepcionado com a falta de resultados dos seus escritos de tendĂȘncia socialista, que supunha que orientassem a sociedade em direção ao 'progresso social', o sempre instĂĄvel e depressivo Saint-Simon tentou o suicĂ­dio em desespero. Surpreendentemente, ele deu um tiro na cabeça seis vezes sem sucesso, mas acabou perdendo a visĂŁo de um olho. Ele conseguiu sobreviver acamado por dois anos, e no final sua filosofia encontrou um discĂ­pulo.

O Ășnico discĂ­pulo influenciado por Saint-Simon foi Charles Fourier (1772-1837), que associava o comĂ©rcio dos judeus Ă  fonte de todo o mal, e defendia que os judeus fĂŽssem forçados ao trabalho duro nas fazendas. No entanto ao final da sua vida, como se o Ăłdio que nutria contra os judeus tivesse sido apenas um ponto de inflexĂŁo, Fourier se tornou um ardente sionista e defendeu o retorno dos judeus Ă  Palestina com a ajuda dos Rothschilds.

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Depois de se vender aos Rothschilds, o desprezo de Fourier pelos pensadores e ideĂłlogos respeitĂĄveis ​​da sua Ă©poca era tĂŁo intenso que ele sempre usava os termos 'filĂłsofo' e 'civilização' no sentido pejorativo. Em seu lĂ©xico, a civilização era uma ordem depravada, sinĂŽnimo da perfĂ­dia e constrangimento. PorĂ©m, Fourier conseguiu sua lista de 'fan boys' suspeitos da era moderna, tecendo elogios sem fim ao 'mestre'. Entre eles encontra-se Herbert Marcuse.

Marcuse usou a teoria da repressão Fourier ao escrever 'Eros e Civilização'. A versão resumida é que Eros, o princípio do prazer, e o hedonismo devem florescer, e que o marxismo cultural e a teoria crítica eram nescesssårios na destruição dos principais elementos da cultura ocidental, incluindo o Cristianismo, capitalismo, autoridade, família, patriarcado, hierarquia, moralidade, tradição, patriotismo, nacionalismo, hereditariedade e conservadorismo.

A ideologia de Marcuse, da destruição e decadĂȘncia, Ă© a mesma pregada pelos radicais franceses do sĂ©culo XVIII, como Anton LaVey, que realmente atingiu o alvo. SĂŁo as ideias ocultas e os movimentos filosĂłficos influentes que permaneceram virtualmente desconhecidos para a sociedade em geral. Um exemplo Ă© o iluminismo, o movimento sociopolĂ­tico secular radical que defendia a violĂȘncia, o igualitarismo e a supremacia dos instintos.

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O sinal verde dos maçons-iluministas para as revoluçÔes, desde 1789, foi o termo constituição: a lei mĂĄxima Ă  qual todas as outras devem ajustar-se. Este foi o gatilho para a Revolução de 1848, a Primavera do Povo, na França e na Europa. Foi inicialmente um movimento burguĂȘs que estava interessado nas reformas liberais que evitariam o Terror da Revolução Francesa. Mas os revolucionĂĄrios que nĂŁo tinham intençÔes pacĂ­ficas sequestraram o movimento.

A Revolução de 1848 começou do nada, e as multidÔes foram instruídas pelas sociedades secretas a tomar as ruas em 23 de fevereiro. A Guarda Nacional inicialmente falhou em agir ao considerar os revoltosos como 'camaradas', desdenhosamente descritos por Karl Marx como os 'charlatÔes da fraternidade geral'. A boa vontade dos gendarmes não foi correspondida, e os agentes provocadores maçÎnicos iniciaram a revolta que resultou no 'massacre de fevereiro'.

No entanto, o massacre congelou as autoridades, infiltradas por maçons, e a multidĂŁo tomou conta das ruas de Paris. O corrupto Rei Louis Philippe abandonou seu refĂșgio e sumiu do mapa. Os defensores radicais da primeira revolução social, logo se impuseram ao poder, e sugeriram que a revolução seria melhor com slogans do que cara a cara. E a nova repĂșblica teve que lidar com as demandas imediatas sobre as promessas impostas, como o 'direito ao trabalhador'.

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Jean-Jacques Rousseau (1712-1778) e Adam Weishaupt (1748-1830) propuseram um 'estado de igualdade', mas para conseguí-lo era necessårio erradicar as idéias da Vida após a morte e a retribuição pelas mås açÔes, substituidas pela nova religião da Razão. Tanto a família tradicional quanto a vida nacional deveriam ser abolidas, para que a humanidade fosse uma 'família boa e feliz'. Assim, os clãs familiares e o nacionalismo foram substituídos pelo globalismo.

Weishaupt foi ativo na Revolução Francesa, e logo revelou um impulso irresistível em direção à centralização e escravidão, que é a marca registrada e oculta das revoluçÔes socialistas modernas. Para destruir os denominados abusos de poder, o revolucionårio acaba se auto-justificando e impondo o poder absoluto. Existe um ego coletivo que substitui o individual, e assim o grupo é movido pelo ódio discordiano pela sociedade e uma sede de vingança contra o indivíduo.

Os radicais tomaram emprestado da Maçonaria sua metåfora båsica da missão revolucionåria, assim como os símbolos e formas utilizados nos grupos conspiratórios. Neste processo de empréstimo, as próprias ordens maçÎnicas tornaram-se um terreno fértil para as pessoas que desejavam fazer parte de uma sociedade secreta; e unidos pelo ódio comum, depravação e ganùncia. As fraternidades, a praga da humanidade, exploram as religiÔes como tela para as suas atividades ilegais.

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No passado, os ideais da Ordem dos Iluministas eram frequentemente expressos em termos religiosos, como a ideia da regeneração e reconstrução da cidade de JerusalĂ©m. Mas na prĂĄtica, o que se exigia era a recuperação de uma religiĂŁo antiga, babilĂŽnica, pagĂŁ e antinatural, onde o homem seria libertado da sua 'escravidĂŁo' a Deus. Sendo pagĂŁos e luciferianos, eles sofreram com as limitaçÔes da linguagem, e buscaram o conhecimento por meio da experiĂȘncia mĂ­stica.

A união entre as sociedades secretas do Iluminismo e da Maçonaria foi selada em 1782 no Congresso de Wilhelmbad. Outro movimento apresentado no Congresso foi o pró-semitismo, emancipando os judeus. E tudo isso, é claro, incluiu a abertura das Lojas MaçÎnicas para eles. A sede do Iluminismo foi transferida para a cidade de Frankfurt, e a estratégia correspondeu ao surgimento da Casa de Rothschild; bem como dos Oppenheimer, Wertheimer, Schuster, Spreyer, Stern, etc.

Os ricos eram bem-vindos para minar o governo secular-religioso e alçar os senhores do mundo. A revolução do politeĂ­smo Ă© essencialmente a substituição da Palavra de Deus pelo racionalismo, que situa-se no cerne da ideologia revolucionĂĄria, onde encontra-se o reconhecimento autoconsciente do seu prĂłprio carĂĄter idĂłlatra. Os revolucionĂĄrios sĂŁo sectĂĄrios do satanismo e acreditam na 'ordem secular perfeita' que ermegirĂĄ das cinzas da ordem tradicional: uma espĂ©cie de fĂȘnix diabĂłlica!

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O impulso revolucionĂĄrio para a centralização pode ser visto como uma simplificação, a insistĂȘncia monĂ­stica de que toda a realidade pode e deve ser reduzida Ă  somente uma. A busca pela simplicidade revolucionĂĄria exigia a destruição do complexo tecido da civilização cristĂŁ, das propriedades particulares, no Estado unitĂĄrio e na substituição do pensamento por slogans. O jornalismo radical assumiria o papel da Igreja como a fonte e instrutora dos costumes sociais e valores culturais.

Assim, uma geração de jornalistas-agitadores apareceu em cena, usando as tåticas de choque linguístico, a vulgaridade sem sentido e a profanação ritual da autoridade; como um meio de colocar de joelhos a cultura verbal altamente tradicional. Segundo eles, a linguagem e os processos de pensamento foram 'revolucionados', e as palavras eram usadas mais para o encantamento do que a explicação. Foram feitas tentativas fracassadas de compilar o 'dicionårio final' que invocaria o poder absoluto!

O CĂ­rculo Social formou o nĂșcleo governante interno, uma elite autoconsciente e autoproclamada em busca de poder. Era composta pela 'intelligentsia superior' que defendia a insurreição permanente em nome da igualdade universal e democracia direta; e o igualitarismo elitista foi estabelecido. E seria imitado e refinado pelos aspirantes ditatoriais dos sĂ©culos vindouros. Muito antes dos bolcheviques, os iluministas declaravam que na pessoa deseducada reside a sabedoria e virtude.

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Para nivelar a sociedade, os revolucionĂĄrios franceses fecharam as escolas e queimaram bibliotecas. No final de 1794, a educação pĂșblica na França nĂŁo mais existia. Em seguida veio o Terror! Mataram os religiosos, comerciantes, fabricantes e eliminaram feriados religiosos e nacionais. O manifesto comunista exigia apenas a realização de trabalhos de utilidade essencial, o que deixou o povo desempregado. Foi entĂŁo que a liderança determinou que a população seria reduzida em um terço!

O nĂșmero de pessoas afogadas, decapitadas e baleadas na Revolução Francesa foi de quase um milhĂŁo de almas, das quais apenas mil eram de nobres. A Revolução, que foi trazida ostensivamente para o benefĂ­cio das classes mais baixas da sociedade, havia afundado os pobres a um grau de degradação e infortĂșnio nunca experimentado no Antigo Regime. Enquanto isso, os novos ricos, que haviam feito fortunas lucrando com a guerra e contratando exĂ©rcitos, deleitavam-se com o luxo.

Os conspiradores bloquearam o fornecimento de alimentos e atrasaram as reformas da Assembleia Nacional. Em 22 de julho de 1789, um incidente de 'bandeira falsa' denominado de Grande Medo foi instigado. Foi quando mensageiros desconhecidos percorreram as cidades por toda a França conclamando as pessoas a se armarem contra 'os bandidos que estão chegando'. Nesta espécie de falso édito do Rei, eles foram instruídos a queimar todos os castelos e propriedades privadas.

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Ao mesmo tempo, os conspiradores maçÎnicos compraram e acumularam grãos, causando a fome planejada em partes críticas da França, inclusive Paris. O projeto detalhado para uma sociedade comunista fantasiava todos os aspectos essenciais da utopia socialista: a comunidade de bens total, abolição da propriedade privada, trabalho forçado universal, alimentação comunal e a abolição de dinheiro. Porém, o elo que unia os revolucionårios era a religião do satanismo.

François Babeuf era um membro dos Illuminati na França, e suas visĂ”es sociais refletiam as mesmas de Adam Weishaupt. Babeuf formou uma associação de discĂ­pulos semelhante Ă  maçonaria denominada de Babouvistes, que tambĂ©m defendia a violĂȘncia como o Ășnico meio de alcançar a reforma pretendida. Em abril de 1796, Babeuf escreveu o Manifesto dos Iguais:

NĂŁo hĂĄ mais propriedade privada sobre a Terra e desaparecem as distinçÔes entre rico e pobre, governantes e governados. Que nĂŁo haja diferença alĂ©m da idade e do sexo. Visto que todos tĂȘm as mesmas necessidades e faculdades, que haja apenas uma educação e um tipo de alimento. Eles se contentam com um Sol e o mesmo ar para todos; entĂŁo por quĂȘ nĂŁo deveria haver a mesma porção e a mesma qualidade de comida, que seria suficiente para cada um deles?

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Segundo seu plano, os trabalhadores não seriam pagos em dinheiro, jå que a posse dos bens pessoais seria abolida. Em vez disso, o pagamento seria feito por meio da distribuição de produtos. Esses produtos, armazenados em depósitos comunitårios, seriam distribuídos igualmente. Outro aspecto do plano era que os filhos não teriam permissão para carregar o nome do pai, a menos que ele fosse um homem de grande importùncia.

Sabendo que as pessoas nunca permitiriam tal sistema comunista, eles nunca revelam totalmente seus planos secretos declarados. Em vez disso, a propaganda centrava-se na 'igualdade entre os homens' e na 'justiça do povo', enquanto criticava a ganùncia do governo. Babeuf elaborou um plano para organizar a sociedade como uma força militar nos moldes da falange grega; onde o governo seria destruído pela revolução e do caos surgiria um mundo novo e regenerado.

Em agosto de 1796, Babeuf e 50 líderes do movimento foram presos depois que o governo descobriu que eles estavam se preparando para liderar uma revolta do povo contra eles. Eles foram levados a julgamento em um processo que durou de fevereiro a maio de 1797. Os Illuminati dirigiam secretamente o movimento Babouviste, e Babeuf testemunhou que era apenas um agente da 'conspiração illuminati'. Babeuf foi enforcado e seus seguidores deportados.

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Em 1848, apĂłs o fracasso polĂ­tico da segunda revolução da falsa dialĂ©tica, os iluministas se voltaram para outros planos de derrubar a civilização tradicional. Para isso, eles se concentraram em uma forma de ocultismo que nĂŁo rejeitava o progresso cientĂ­fico e a modernidade. Assim, começaram a definir a modernidade como uma sociedade secreta elitista, com linguagem esotĂ©rica e sĂ­mbolos exclusivos. Mais uma vez, a falsa dialĂ©tica entre ciĂȘncia e religiĂŁo foi estabelecida.

O desejo ocultista de uma sĂ­ntese da religiĂŁo, ciĂȘncia e filosofia resultou diretamente no contexto do socialismo contemporĂąneo. Os ocultistas-iluministas começaram a adotar posturas explicitamente anticristĂŁs e sistemas de crenças prĂ©-cristĂŁos, como o satanismo. Este ressurgimento deve ser visto dentro do contexto da reforma social radical, que muitas vezes propaga o renascimento da antiga tradição da 'religiĂŁo verdadeira'; algo que forçou as forças maçÎnicas a lamberem seus lĂĄbios sequiosos!

Nunca existiu diferença entre babouvismo e o bolchevismo da Revolução Russa. Em 1919, a Terceira Internacional de Moscou, no primeiro manifesto, traçou sua descendĂȘncia desde François Babeuf. A Revolução Russa, que expressou a quantidade genocida de 100 milhĂ”es de vĂ­timas, uma quantia nunca igualada na HistĂłria, pode ter sido o objetivo e o sonho final de Babeuf, que escreveu: A Revolução Francesa foi apenas a precursora de uma outra revolução, muito maior e muito mais mortĂ­fera!






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