O Experimento FiladĂ©lfia, tambĂ©m conhecido como Projeto Rainbow, realizado no Estaleiro Naval da FiladĂ©lfia, PensilvĂąnia, em 28 de outubro de 1943, foi uma incursĂŁo militar na ĂĄrea da invisibilidade. Nesta ocasiĂŁo, o destrĂłier da Marinha dos EUA, USS Eldridge, tornou-se invisĂvel e, inesperadamente foi teletransportado para o futuro. O experimento foi conduzido pelo fĂsico Franklin Reno (Dr. Rinehart) que baseou a proposta na Teoria do Campo Unificado: a natureza inter-relacionada das forças que compĂ”em a radiação eletromagnĂ©tica e a gravidade.
A premissa inicial visava a possibilidade de dobrar-se a luz em torno de um objeto para tornĂĄ-lo essencialmente invisĂvel para os observadores. Albert Einstein e Nikola Tesla estavam envolvidos no projeto. Alguma controvĂ©rsia surgiu quanto Ă participação de Tesla, pois ele morreu na cidade de Nova Iorque em 07 de janeiro de 1943, meses antes do experimento FiladĂ©lfia.
A premissa inicial visava a possibilidade de dobrar-se a luz em torno de um objeto para tornĂĄ-lo essencialmente invisĂvel para os observadores. Albert Einstein e Nikola Tesla estavam envolvidos no projeto. Alguma controvĂ©rsia surgiu quanto Ă participação de Tesla, pois ele morreu na cidade de Nova Iorque em 07 de janeiro de 1943, meses antes do experimento FiladĂ©lfia.
Einstein confirmou que trabalhava no experimento e que desenvolvia na Ă©poca sua prĂłpria Teoria do Campo Unificado. Por outro lado, Nikola Tesla afirmava jĂĄ ter completado a teoria sobre o poder do eletro-magnetismo para distorcer o espaço-tempo, mas que nunca foram publicadas. Os trabalhos de pesquisa de Tesla foram apreendidos pelo FBI imediatamente apĂłs a sua morte e, deve-se destacar, a coincidĂȘncia entre as datas da sua morte e do Experimento FiladĂ©lfia.
A Marinha dos EUA considerou que uma aplicação da teoria de Tesla teria valor militar e patrocinou o Experimento FiladĂ©lfia, especialmente porque estavam envolvidos na Segunda Guerra Mundial. Prontamente, o navio escolta da Marinha, USS Eldridge, recebeu os equipamentos necessĂĄrios nos estaleiros da FiladĂ©lfia para a conclusĂŁo da experiĂȘncia.
Os testes começaram no verĂŁo de 1943 e foram bem sucedidos em um grau limitado, tornando o Eldridge parcialmente invisĂvel. Algumas testemunhas relataram um "nevoeiro esverdeado" no local e os membros da tripulação queixaram-se de nĂĄuseas e alucinaçÔes. Assim, a pedido da Marinha, o experimento foi alterado para o alvo ser invisĂvel apenas para o radar.
Mas, o equipamento nĂŁo foi devidamente recalibrado para esse fim e, mesmo assim, o experimento foi realizado novamente em 28 de outubro. Desta vez, o Eldridge nĂŁo sĂł tornou-se totalmente invisĂvel a olho nu como desapareceu do porto em um flash de luz azul. Simultaneamente, a base naval de Norfolk, VirgĂnia, distando 600 km do evento, relatou ter avistado o Eldridge estacionĂĄrio no mar durante vĂĄrios minutos.
Após o fato, o Eldridge desapareceu de Norfolk e reapareceu quatro horas mais tarde na Filadélfia, no local original, em um aparente caso de teletransportação acidental. Quando ressurgiu, uma névoa esverdeada ainda ocupava todo o convés do navio.
Após o fato, o Eldridge desapareceu de Norfolk e reapareceu quatro horas mais tarde na Filadélfia, no local original, em um aparente caso de teletransportação acidental. Quando ressurgiu, uma névoa esverdeada ainda ocupava todo o convés do navio.
Porém, os efeitos fisiológicos sobre a tripulação foram devastadores. Membros da tripulação sofreram com alucinaçÔes e vårios outros desapareceram. Muitos incorporaram-se à estrutura do navio: fundiram-se ao anteparo de metal e ao convés do destróier USS Eldridge. Alguns ainda desvaneciam-se e reapareciam para os observadores atÎnitos. Outros marinheiros estavam em chamas ou mortos.
Aqueles que fundiram-se ao convĂ©s agora faziam parte da superestrutura do navio, enterrados no pavimento e paredes. RelatĂłrios confirmaram que os desaparecidos nunca mais foram vistos. Mas, aonde estava o navio durante as quatro horas que permaneceu invisĂvel? Dizem que teletransportou-se 40 anos para o futuro, aparecendo na regiĂŁo de Montauk, Nova York, em 1983.
Em 1983, o afamado Projeto Montauk estava ativo e concentrava sua pesquisa sobre a reação da mente humana às viagens interdimensionais. O Projeto Montauk, ou Projeto Phoenix, foi um experimento militar de controle do pensamento e viagem no tempo que utilizava poderosos radares da força aérea dos EUA. Era basicamente um programa de controle da mente que utilizava-se dos pulsos do radar e de uma interface homem-computador para afetar a população.
Esta foi a origem do Projeto HAARP. Os cientistas envolvidos no projeto admitiram que, durante os experimentos, foram capazes de abrir um vórtice temporal para 1943, tragando o USS Eldridge para a sua época. Durante o teletransporte do USS Eldridge através do hiperespaço, o tripulante Duncan Cameron saltou no mar e imediatamente surgiu nas instalaçÔes do Projeto Montauk, 40 anos no futuro!
Esta foi a origem do Projeto HAARP. Os cientistas envolvidos no projeto admitiram que, durante os experimentos, foram capazes de abrir um vórtice temporal para 1943, tragando o USS Eldridge para a sua época. Durante o teletransporte do USS Eldridge através do hiperespaço, o tripulante Duncan Cameron saltou no mar e imediatamente surgiu nas instalaçÔes do Projeto Montauk, 40 anos no futuro!
Mas, voltemos ao passado, para 1943, quando os horrorizados cientistas e oficiais da Marinha envolvidos com os resultados do Experimento FiladĂ©lfia cancelaram imediatamente o empreendimento. Os sobreviventes da tragĂ©dia receberam alta depois de sofrerem tĂ©cnicas de lavagem cerebral para que perdessem suas memĂłrias sobre os detalhes da experiĂȘncia sobrenatural.
Mas o pior dos efeitos colaterais ficou conhecido como "o inferno incorporado", ou congelamento, que definia o efeito especĂfico de estar "preso no tempo". Permanecer retido no espaço-tempo significava estar invisĂvel e incapaz de mover-se ou interagir com o mundo por um longo perĂodo de tempo. Um congelamento comum durava horas e sĂł escapava-se do congelamento se outros tripulantes impusessem suas mĂŁos sobre a vĂtima para transmitir alguma energia.
O resultado do Experimento FiladĂ©lfia tornou-se uma saga de ocorrĂȘncias estranhas e peculiares: Durante uma "imposição das mĂŁos", dois homens incendiaram por combustĂŁo espontĂąnea, queimando por vĂĄrios dias. O fogo nĂŁo podia ser interrompido apesar das tentativas de apagar as chamas!
Os "homens congelados" permaneciam completamente lĂșcidos, cientes da presença dos companheiros e suas açÔes, mas incapazes de comunicarem-se ou interagirem. Os homens congelados sĂł podiam ser vistos por outros membros da tripulação do USS Eldridge.
Depois de trĂȘs dias um homem congelado ficava completamente louco! Assim, a imposição das mĂŁos foi descontinuada a partir deste ponto e, depois disso, os homens ficaram congelados por vĂĄrios dias ou meses. A causa deste desaparecimento ou congelamento, Ă© o conhecido Efeito Zeeman: o espalhamento das linhas espectrais dos ĂĄtomos sob a influĂȘncia de um forte campo magnĂ©tico.
Os "homens congelados" permaneciam completamente lĂșcidos, cientes da presença dos companheiros e suas açÔes, mas incapazes de comunicarem-se ou interagirem. Os homens congelados sĂł podiam ser vistos por outros membros da tripulação do USS Eldridge.
Depois de trĂȘs dias um homem congelado ficava completamente louco! Assim, a imposição das mĂŁos foi descontinuada a partir deste ponto e, depois disso, os homens ficaram congelados por vĂĄrios dias ou meses. A causa deste desaparecimento ou congelamento, Ă© o conhecido Efeito Zeeman: o espalhamento das linhas espectrais dos ĂĄtomos sob a influĂȘncia de um forte campo magnĂ©tico.
Alguns relatos dizem que o navio USS Eldridge foi desmantelado e outros que o destrĂłier foi doado Ă Marinha grega. George N. Pantoulas sustenta que foi doado como parte da ajuda militar dos EUA para a GrĂ©cia, em algum momento entre o final dos anos 40 e o inĂcio dos anos 50, onde ele serviu na Marinha grega atĂ© 1990. O comandante grego George N. Pantoulas sustenta que os homens que serviram a bordo do navio recuperado sentiam energias estranhas e sofreram de delĂrios, acompanhados por sensaçÔes auditivas e visuais inexplicĂĄveis. O comandante George confirma que, quando visitou o navio, viu maquinĂĄrios estranhos e um emaranhado de fios que nĂŁo conectavam em parte alguma!
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